Wednesday, August 11, 2010

The Frog Prince - Parte II

Obs: História desenvolvida para tradução na aula de Língua Inglesa. É uma releitura do conto dos irmãos Grimm "The Frog Prince"

Como água escorrendo pelos dedos, ela viu o seu futuro ao lado de seu príncipe-sapo fugindo, sem nada a fazer, ela chorava. Mas então, ela parou e pensou, “só havia uma forma de reaver meu futuro, vou encontrar o seqüestrador. – Vamos Rebert” disse a jovem. Olhando pela janela do salão, ela avistou ao longe a grande carruagem, ela correu para o estábulo, pegou o grande corcel negro e avançou campo a dentro em busca da carruagem. Como por mágica ela alcançou o perseguidor que quando a viu se aproximar, atiçou os cavalos para que corressem mais rápido, ela se aproximou, soltou os pinos que seguravam os cavalos à carruagem, aos poucos a carruagem foi parando, então a porta se abre violentamente, centenas de sapos saíram saltando para todos os lados, o homem estranho gritava para todos voltarem para a carruagem. A Sra Rãn pensou, “Agora é minha chance” e correu aos socos e pontapés no homem que distraído com os sapos esquecera-se da sua perseguidora, até Reberti ajudara dando chutes com sua pata fina e pegajosa na canela do homem. Quando a vitória parecia certa, aos berros saí da carruagem a Bela jovem dos lábios encantados, gritava sem parar.
- Largue meu marido! Repetiu insistentemente – Largue meu marido.
- “Meu marido?” Repetiu a Sra Rãn
- Ruebertiii!! – Adicionou Reberti
- Sim, meu marido – Disse a jovem.
- Na verdade, é ex-marido querida. - Explicou o homem que levantava depois da surra que levará.
É verdade! Havia me esquecido. Concordou a jovem.
A Sra. Rãn não entendeu mais nada. Você não tinha sido seqüestrada? – Questionou ela –
Seqüestrada? Eu? Meu pai que deve ter contado isso para você né? Creio que você não deve ter reparado que ele estava com uma garrafa de hidromel na mão. Ele sempre consegue fazer o estilo Rei mesmo bêbado. - Explicou à jovem rindo. É que me deu saudades do meu ex-marido e eu o chamei para me buscar.
Reberti e Rãn se olharam confusos, o homem percebendo isso falou irritado.
- Anda moça, o que você quer? Eu tenho muita coisa para fazer.
- Humildemente ela pediu ajoelhando-se na frente da Jovem, contou sua historia até sua chegada ao castelo, e levantando Reberti sobre a cabeça pediu que o beijasse para transformá-lo em seu príncipe e assim viver feliz para sempre.
A princesa atendeu ao seu pedido e transformou-o em um belo príncipe. De tão feliz ela agarrou Reberti que agora um grande homem, lhe dava beijos molhados, sussurrando em seus ouvidos falas de amor eterno.
O sapo-principe ajeitou os cavalos soltos a carruagem, subiu gentilmente sua princesa ao local do cocheiro, e ela gritou para os sapos que espalhados estavam. “Vamos filhos, mamãe vai preparar algo para vocês quando chegar em casa”.
- Com um olhar espantado A Sra. Rãn começou a suar frio e gritou:
- FILHOS? Como assim filhos? Então os sapos não eram para serem transformados em um exercito de príncipes-sapos-guerreiros, mas todos esses eram seus filhos?
Ela empurrou Reberti e correu o mais que pode para o mais longe possível dele. Dizem que em noites silenciosas e possível ouvir Reberti prometendo ser um bom pai para seus 300 futuros filhos. E assim viveram felizes para sempre. Talvez.

The Frog Prince - Parte I

Obs: História desenvolvida para tradução na aula de Língua Inglesa. É uma releitura do conto dos irmãos Grimm "The Frog Prince"

Há muito e muito tempo atrás uma lenda percorria as bocas e ouvidos por todo o mundo, que em um reino muito distante tinha uma bela jovem que poderia transformar sapos em homens, não um homem qualquer, mas um homem encantador com grande riqueza, um príncipe, isso simplesmente com o toque de seus lábios molhados. Em diversos lugares as imaginações exalavam criatividade, os desejos e delírios mais absurdos se espalhavam, sapos eram carregados por toda a parte, mulheres solteiras criavam sapos em suas residências para então iniciarem viagens a procura da mulher dos lábios transformadores, todas queriam o seu homem perfeito.
Isso não era diferente para a Sra. Rãn, como era chamada em seu pequeno povoado, ela era a única jovem solteira na cidade, sua única opção era acreditar nessa lenda, criou seu sapo desde girino, sentia nojo do que os sapos comiam e o alimentava somente com cereais, não queria um príncipe com bafo de mosca, comentava ela.Tentou beijá-lo as vezes para ver se ela também tinha o beijo mágico, mas não funcionava, deu selinho, beijo de língua, beijo estilo Homem-Aranha, e nada do belo príncipe, o jeito era procurar a Princesa. Então começou sua jornada. Acreditavam que a bela transformadora, estava em um reino distante, um pequeno poema determinava o local “O sol morre, o manto branco desce, no belo castelo há o príncipe que você merece”. A Sra. Rãn pensou, “O sol morre” só poderia ser o por do sol, acompanhada de Reberti, (foi o nome que ela deu ao sapo, pois ela tinha que chamar o seu amado sapo de alguma forma), seguiu em direção ao por do sol por muitos meses, enfrentou chuvas, ventos forte, sol intenso, fome e então encontrou o que parecia ser a resolução do poema, no final de um vasto campo de flores havia uma montanha única, coberta por uma “nuvem” de neve que ondulava com o vento como se fosse um véu. Ela atravessou aquele manto branco, e descobriu o grande castelo incrustado na rocha, correu o mais que pode para chegar logo no castelo. O que ela não sabia é que outra pessoa também procurava a transformadora de sapos, mas por um motivo mais sombrio do que qualquer um imaginaria.
Para a tristeza da Sra. Rãn e Rebert, aquela pessoa misteriosa já havia saído do castelo a menos de 10 minutos, o Rei caído no salão de festas, implorava que alguém o ajuda-se.
- Por favor, salve minha filha! Ela foi seqüestrada por um homem estranho, ele trazia com sigo uma carruagem gigantesca, com milhares de sapos, seu objetivo eu desconheço, mas pela quantidade de sapos e agressividade, acho que ele quer formar um exercito de príncipes-sapos-guerreiro, eles foram para o norte! Disse o Rei, desmaiando em seguida.